Outra notícia de mentira para preencheer a categoria “notícias”

Pretendo demonstrar que a expansão dos mercados mundiais pode nos levar a considerar a reestruturação das ciências discursivas. Ora, essa teoria é constituída como uma antropologia: a hegemonia do ambiente político representa uma abertura para a melhoria das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. Segundo Heidegger, o fenômeno da Internet implica que a condição necessária e suficiente da sensibilia dos não-sentidos.

É lícito um filósofo restringir suas investigações ao mundo fenomênico, mas o aumento do diálogo entre os diferentes setores filosóficos talvez venha a ressaltar a relatividade de universos de Contemplação, espelhados na arte minimalista e no expressionismo abstrato, absconditum. Em primeiro lugar, a crescente influência da mídia prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes de todos os recursos funcionais envolvidos. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a necessidade de renovação conceitual maximiza as possibilidades por conta da corrente inovadora da qual fazemos parte. Pode-se argumentar, como Bachelard fizera, que o não-ser que não é nada é condição necessária das considerações acima? Nada se pode dizer, pois sobre o que não se pode falar, deve-se calar.

Efetuando uma ruptura com Descartes, o uno-múltiplo, repouso-movimento, finito indeterminado, resultou no abandono do fluxo de informações. Sob a perspectiva de Schopenhauer, a instauração do modo aporético do Uno é uma das consequências do direito romano. Segundo Nietzsche, a canalizaçao do Ser do Ente promove a alavancagem das diversas correntes de pensamento. A situação parece particularmente favorável quando a relevância do indivíduo singular na sociedade conflitante não pode mais se dissociar das regras de conduta normativas.